Quando o advogado de acusação perguntou a Polanski qual era seu crime, ele respondeu "Estou sendo acusado de fazer sexo com uma mulher menor de 18 anos da qual não sou casado". Algumas pessoas, até hoje -principalmente o delegado responsável pela busca e apreensão do diretor na década de setenta-, se sentem profundamente atordoadas por Roman Polanski nunca ter pago por seus "crimes".
Atualmente ele se encontra em prisão domiciliar em um chalé em Gstaad, após ter pago uma fiança de quase 5 milhões de euros suiços. Para quem não acompanhou os noticiários, Polanski desembarcou em Zurique dia 26 de setembro e foi preso por ter feito sexo ilegal há mais de 30 anos com uma garota de 13. A mídia informa somente isso, o que é uma informação muito escassa e superficial, porém verdadeira em tudo que diz.
Inicialmente, o acordo entre ambas as partes, acusação e defesa, foi que ele assumisse um único crime: fazer sexo ilegal -ou negar as acusações de sexo ilegal, sodomia, entorpecer uma menor e estupro.
Segundo os depoimentos, aconteceu o seguinte: Roman Polanski foi convidado pela Vougue Francesa para fotografar modelos jovens. Depois de uma sessão de nú, na qual o diretor teria oferecido Champanhe e Quaaludes a garota, eles acabaram fazendo sexo. A menina pediu para ele parar, mas isso só aconteceu quando a atual namorada do dono da casa (Jack Nicholson) bateu na porta.
Polanski é conhecido por ser uma pessoa amável. É um pequeno anão narigudo que deixa as pessoas confortáveis com seu jeito de ser. Tem fama de ser tímido, divertido, inteligente e sua história de vida não poderia causar outra reação se não a de afeto instantâneo. Sua mulher foi brutalmente assassinada em uma seita satânica pela família Mason; foi filho de vítimas do holocausto e era uma figura pública disputadíssima. Contudo, na América era o contrário -ao menos na sua relação com a mídia. Ele tinha tudo para ser o inimigo público. Tinha enriquecido com seus filmes diferentes do que eram exibidos do circuito cinematográfico da época, era Polaco e difamado, ainda mais quando alguns jornais divulgaram seu suposto envolvimento com as seitas satânicas de Charles Mason.
A menina de treze anos cresceu, e há tempos atrás divulgou publicamente seu perdão. Já na época, ela e a sua mãe pediram a não-prisão do diretor pelo crime de sexo ilegal. É difícil dizer que está certo nessa história. Aliás, difícil mesmo é dizer quem está errado. A menina, mesmo com treze anos já experimentara entorpecentes, já havia transado duas vezes com dois homens diferentes e sua mãe, mesmo sabendo da fama do diretor (que já havia se casado uma vez com uma garota de 15 anos) deixou-a em seu poder sem hesitar. Um boato da época, conta que o advogado de acusação (mormón convicto) havia sido escolhido para o papel pois era um dos únicos no escritório que não havia praticado sexo com menores.
Um fato latente, coisa que os três advogados concordam (o atual defensor da menina, o antigo e o que defendia Polanski), é que o julgamento definitivamente não foi justo. Junto com a sua fama de criatura-amável, que Polanski carregava, vinha também a de homem completamente azarado. O juíz não passava de uma pessoa afim de se auto-promover. Por fim, depois de um ano brincando de gato-e-rato, como Polanski definiu a situação em uma entrevista, havia sido decretada sua pena. Em um julgamento ensaiado e dirigido pelo Juíz, Roman Polanski teria que cumpir 90 dias em uma prisão em Chino para testes psicológicos e depois disso estaria livre. Após passar 42 dias confinado, ele foi solto para gravar um filme em outro país. Era recorde na época esse tempo de permanência em uma prisão para testes psicológicos, mas como figura pública, foi decidido que ele completaria os 90 dias para saciar a mídia. Foi quando Roman se negou a completar os 90 dias e fugiu para a França. Reconstruiu sua vida, ganhou um oscar e até entrou como membro na acadêmia belas artes.
Postado por Douglas.
Atualmente ele se encontra em prisão domiciliar em um chalé em Gstaad, após ter pago uma fiança de quase 5 milhões de euros suiços. Para quem não acompanhou os noticiários, Polanski desembarcou em Zurique dia 26 de setembro e foi preso por ter feito sexo ilegal há mais de 30 anos com uma garota de 13. A mídia informa somente isso, o que é uma informação muito escassa e superficial, porém verdadeira em tudo que diz.
Inicialmente, o acordo entre ambas as partes, acusação e defesa, foi que ele assumisse um único crime: fazer sexo ilegal -ou negar as acusações de sexo ilegal, sodomia, entorpecer uma menor e estupro.
Segundo os depoimentos, aconteceu o seguinte: Roman Polanski foi convidado pela Vougue Francesa para fotografar modelos jovens. Depois de uma sessão de nú, na qual o diretor teria oferecido Champanhe e Quaaludes a garota, eles acabaram fazendo sexo. A menina pediu para ele parar, mas isso só aconteceu quando a atual namorada do dono da casa (Jack Nicholson) bateu na porta.
Polanski é conhecido por ser uma pessoa amável. É um pequeno anão narigudo que deixa as pessoas confortáveis com seu jeito de ser. Tem fama de ser tímido, divertido, inteligente e sua história de vida não poderia causar outra reação se não a de afeto instantâneo. Sua mulher foi brutalmente assassinada em uma seita satânica pela família Mason; foi filho de vítimas do holocausto e era uma figura pública disputadíssima. Contudo, na América era o contrário -ao menos na sua relação com a mídia. Ele tinha tudo para ser o inimigo público. Tinha enriquecido com seus filmes diferentes do que eram exibidos do circuito cinematográfico da época, era Polaco e difamado, ainda mais quando alguns jornais divulgaram seu suposto envolvimento com as seitas satânicas de Charles Mason.
A menina de treze anos cresceu, e há tempos atrás divulgou publicamente seu perdão. Já na época, ela e a sua mãe pediram a não-prisão do diretor pelo crime de sexo ilegal. É difícil dizer que está certo nessa história. Aliás, difícil mesmo é dizer quem está errado. A menina, mesmo com treze anos já experimentara entorpecentes, já havia transado duas vezes com dois homens diferentes e sua mãe, mesmo sabendo da fama do diretor (que já havia se casado uma vez com uma garota de 15 anos) deixou-a em seu poder sem hesitar. Um boato da época, conta que o advogado de acusação (mormón convicto) havia sido escolhido para o papel pois era um dos únicos no escritório que não havia praticado sexo com menores.
Um fato latente, coisa que os três advogados concordam (o atual defensor da menina, o antigo e o que defendia Polanski), é que o julgamento definitivamente não foi justo. Junto com a sua fama de criatura-amável, que Polanski carregava, vinha também a de homem completamente azarado. O juíz não passava de uma pessoa afim de se auto-promover. Por fim, depois de um ano brincando de gato-e-rato, como Polanski definiu a situação em uma entrevista, havia sido decretada sua pena. Em um julgamento ensaiado e dirigido pelo Juíz, Roman Polanski teria que cumpir 90 dias em uma prisão em Chino para testes psicológicos e depois disso estaria livre. Após passar 42 dias confinado, ele foi solto para gravar um filme em outro país. Era recorde na época esse tempo de permanência em uma prisão para testes psicológicos, mas como figura pública, foi decidido que ele completaria os 90 dias para saciar a mídia. Foi quando Roman se negou a completar os 90 dias e fugiu para a França. Reconstruiu sua vida, ganhou um oscar e até entrou como membro na acadêmia belas artes.
Postado por Douglas.

Polanski foi um genio pelo grande O Bebe de Rosemary. Porem acho que a pena de 90 dias foi justa. Não foi um crime de estupro pois ambos os lados estavão ciente do ato. Acho que a pena estava boa.
ResponderExcluirÉ o seguinte, o que aconteceu com Polanski, foi uma mostra de como os americanos são, Roman não foi o primeiro e nem sera o último, a ter cometido algum erro na vida! Ele já teve sua vida por tragedias, nao precisa de mais nenhuma ! Agora ele tem uma vida boa,nunca esteve solto na rua fazendo coisas erradas,então pra que acusa-lo dessa maneira?
ResponderExcluirPoxa, só mais 48 dias e ele não estaria passando por tanto tormendo. Não ter terminado de cumprir a sutil pena não foi uma decisão inteligente.
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